I can bring the drink.

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I can bring the drink.

Mensagem por Courteener em Qua 25 Fev 2015, 02:07

Alguns termos considerados +18

A música estava alta. Uma moradia afastada, completamente afastada de tudo. A vegetação densa omitia toda a moradia, já de uma certa idade, do resto da civilização de Lisboa. Um pequeno espaço rústico no meio da metrópole. Uma casa pintada de branco, com pequenos acabamentos em cor de creme. A porta da frente estava completamente aberta, qualquer um que soubesse do local, poderia entrar. Quem subia a escada e entrava por aquelas portas, automaticamente já tinha passado por um rancho de corpos caídos ou prestes a cair derivado ao uso abusivo: seja de drogas ou de bebidas. Continuando, quem entrava pelas portas de madeira que se encontravam escancaradas, tinha uma primeira visão digna de um sonho de qualquer alcoólico: Uma mesa repleta de todas as bebidas, desde Vodka até pequenas garrafas de Red Bull acabando em respeitosas garrafas de vinho do Porto - Sem esquecer da Cerveja que tinha o seu lugar de destaque.

Existe uma forte possibilidade de apenas 3% das pessoas que se encontravam presentes é que conseguiam ouvir a música, todas as outras, a música podia nem existir porque o estado deles já era de tamanha "alcoolação" que já fazia anos que conseguiam manter os joelhos em posição e os ouvidos a funcionar. Até a voz saía com mais lentidão que o normal. Um primeiro andar constituída totalmente por áreas livres e uma escadaria suja, muito suja, escadaria esse que levava ao andar de cima: Completamento composto por vomito e outros líquidos que tais. Mas no fim do corredor, do lado esquerdo, na porta mais a esquerda, estava uma pequena reunião.

A porta estava fechada e lá dentro Cedric Proença encontrava-se numa enorme poltrona. As calças estavam em baixo, a camisola já não estava sequer no quarto e na sua mão repousava uma garrafa imaculada de Beirão. Em cima dele estava uma rapariga, longos cabelos dourados até ao centro das costas e uma tatuagem enorme que completava um braço esquerdo por completo. A rapariga subia e descia, soltando pequenos gemidos de prazer. Aquele quarto tinha uma varanda, nessa mesma varanda com excelente visão para a parte de trás da moradia que tinha uma piscina vazia que servia como skate park, estavam dois rapazes de joelhos no chão a snifar um linha, lendária, de cocaína.

Cedric tentava beber o beirão, mas a cadência da rapariga começava a aumentar aos poucos o que dificultava a tarefa.

- Chama-me nomes. - Pediu a loira que estava completamente nua, aproveitando o momento ao máximo. Já Cedric soltou uma pequena gargalhada, aproveitando o momento seguinte para levar a boca um enorme gole de Beirão. Permaneceu quieto e calado. Limitou-se aproveitar o corpo da rapariga com a mão que estava vazia. - Chama-me nomes. - Repetiu. O certo é que Cedric nem o nome verdadeiro dela sabia. Segundo o Proença, ele tinha a regra que demasiada conversa no acto sexual levaria a uma aproximação que ele não desejava no momento. Bem, ninguém sabe se é verdade, mas era uma regra do Proença. - Cham.. - Mas desta vez não terminou.

- Ana. Marta. Susana. - Disse Proença três nomes a sorte. Aproveitando o momento para uma piada fraca, mas também anedotas nunca tinha sido e nunca será o forte dele. Com alguma força retirou o corpo da rapariga de cima dele e pousou-a de joelhos, levantou-se e limitou-se a segurar no pênis. A outra mão levava a garrafa de beirão à boca. A loira assentiu a silenciosa ordem, sugou de imediato o pênis do lutador mantendo bem os olhos abertos fixados no corpo e rosto de Cedric. O momento do coito estava próximo, Proença fechava os olhos e preparava-se até que nesse exacto momento a porta do quarto abre, consequentemente por reacção, a loira retirou o pênis da boca e toda aquela "gosma" foi projectada para a cara da "parceira sexual" de Proença. Uma das. Sem qualquer tipo de reacção àquela entrada no quarto, puxou as suas calças até que ouviu.

- Cedric! A minha mãe? - A porta estava outra rapariga. Esta com um ar mais novo, porém enormes parecenças com a mulher que de joelhos estava e tentava limpar o quanto antes a "sujidade" do seu olho. Em suma, de joelhos estava a mãe e na porta a filha: Filha essa que seria a suposta parceira de Cedric naquela noite. A loira mais nova seguiu o caminho inverso, correndo, em lágrimas. Já Cedric olhou para a mulher que estava aos seus pés.

- Milf. Gosto. - Rematou Proença soltando uma pequena gargalhada.

Seguiu o rumo para a varanda, ajoelhou-se a beira dos companheiros que viagem entre "galáxias", e com a mão elevou o suporte da cocaína. Era um cinturão, o cinturão de Brandão. Quer dizer, desculpem, o cinturão de Proença. Snifou as duas linhas que restavam, de uma velocidade nunca antes vista, sacudiu umas duas vezes o título e colocou-o ao ombro. A garrafa de beirão estava na sua mão, o título ao ombro e os tomates? Vazios.   

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